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Governo de Mato Grosso investe R$ 21,4 milhões na construção de casas em Várzea Grande

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O Governo de Mato Grosso investe, por meio do Programa SER Família Habitação, mais de R$ 21,4 milhões em moradias no município de Várzea Grande desde fevereiro do ano passado.

O valor corresponde à construção de 1.111 unidades habitacionais, das quais 315 foram entregues à população nos residenciais Novo Mundo 1, 2 e 3 (190 casas), Novo Sol (39 casas) e Mônaco (86 casas), este último inaugurado em 17 de fevereiro.

As demais unidades estão com as obras em andamento por meio de duas modalidades, ambas operacionalizadas pela MT Participações e Projetos (MT-Par). A primeira é a Entrada Facilitada, que disponibilizou 742 moradias em Várzea Grande desde fevereiro do ano passado, quando entrou em operação. Desse total, 671 já foram adquiridas pelas famílias com ajuda do subsídio estadual, que pode chegar a R$ 20 mil para ser aplicado no valor da entrada do imóvel.

A segunda modalidade é o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), que receberá aporte estadual de aproximadamente R$ 8,8 milhões para construção de 3 residenciais – o Mapim Park 1 (192), o Mapim Park 2 (48) e o São Gonçalo 2º etapa (200). Neste modelo, o público alvo são pessoas que integram o Cadastro Único (CADÚnico) e recebem Bolsa Família, ou Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, idealizadora do programa SER Família Habitação, confia na parceria com a Prefeitura de Várzea Grande para a construção de novos empreendimentos. “No dia 1º de fevereiro, estaremos com as inscrições abertas para os municípios que tenham interesse em aderir ao programa. Então, eu espero que, além de Várzea Grande, participem os outros 142 municípios de Mato Grosso”, afirma

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Segundo Virginia Mendes, a participação dos municípios é importante para que a meta de construção de casas seja atingida. “40 mil casas é uma meta difícil e arrojada, mas acredito que vamos conseguir por conta das parcerias. É um trabalho conjunto da Setasc, da Sinfra, da MT Par e das prefeituras em prol da população mato-grossense. Todos estão empenhados. Sinto uma sinergia entre todos os participantes e sei que juntos somos capazes de realizar grandes feitos”, diz.

O presidente da MT Par, Wener Santos, acredita que avançar na construção de casas populares pode resolver um dos gargalos do desenvolvimento do Estado, que é a escassez de mão de obra.

Apesar das vagas estarem abertas nas empresas, muitas deixam de ser atrativas para o trabalhador por conta dos altos valores dos aluguéis e das poucas oportunidades de mudança definitiva com a aquisição de um imóvel.

“Mato Grosso cresce muito e, hoje, temos um grande déficit de mão de obra. Um dos motivos é o déficit habitacional, o que torna essencial para o crescimento do Estado avançar na construção de casas populares. O Governo de Mato Grosso já é referência no aumento da construção de casas a nível nacional. A perspectiva é que, em 2025, cresça ainda mais”, assegura Santos.

Casas do Programa SER Família Habitação entregue em Várzea Grande no ano passado. Foto: Marcos Guimarães/MT Par

Entrada Facilitada

O programa SER Família Habitação, na modalidade de Entrada Facilitada, foi desenvolvido para famílias que ganham até 8 salários mínimos, mas muitas vezes não têm condições de dar a entrada em um imóvel, que custa cerca de 20% do valor total do imóvel.

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Para ajudar esse grupo a realizar o sonho da casa própria, o Governo de Mato Grosso, em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), executa a modalidade Entrada Facilitada.

Conforme os critérios do programa, são subsidiados R$ 20 mil para famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2,850 mil; R$ 15 mil para famílias com renda bruta familiar mensal entre R$ 2.850 até R$ 4.700; e R$ 10 mil para famílias com renda bruta familiar mensal entre R$ 4.700,01 até R$ 8 mil.

Entre as famílias beneficiadas no Residencial Mônaco, que foi entregue na última sexta-feira, por exemplo, 81% possuem renda familiar de até dois salários mínimos e receberam o valor máximo de subsídio do Governo de Mato Grosso, R$ 20 mil.

Junto a este valor, as famílias podem acumular outros benefícios oferecidos pelo Governo Federal e também os relativos ao uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o que na maior parte dos casos faz com que a entrada seja zero e ainda sobre um percentual para ser aplicado nas parcelas, que são financiadas pela Caixa Econômica Federal (CEF).

FAR

A modalidade é desenvolvida em parceria com o Governo Federal e tem como público alvo famílias que ganham até 2 salário mínimos e estão cadastradas no CADÚnico. A seleção é feita pelas prefeituras.

No caso do FAR, as unidades estão em fase de contratação pela Caixa Econômica Federal e as famílias serão selecionadas em momento posterior à construção das unidades habitacionais.

Fonte: Governo MT – MT

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Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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