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Governo de Mato Grosso oferece cartão de crédito com incentivos para o servidor público

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Cerca de 106 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas podem solicitar o cartão de crédito consignado do servidor público estadual. O MT Card –  da Desenvolve MT, instituição financeira do Governo de Mato Grosso há 16 anos no mercado – é comercializado por bancos conveniados com a agência e credenciados junto à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

Com taxa de juros de 5% no rotativo, o MT Card pode custar até três vezes menos ao cliente, se comparado aos cartões de créditos convencionais do mercado.  Sem anuidade ou consulta aos órgãos de proteção, o cartão de crédito consignado funciona como um cartão de crédito convencional para compras, serviços e saques em dinheiro.

A grande vantagem é possuir alguns benefícios exclusivos, como o limite de até 17 vezes o valor da margem consignada disponível, oferecido por conta do desconto direto em folha de pagamento, como nos cartões desta modalidade.

Segundo o presidente da Desenvolve MT, Jair Marques, o MT Card é uma oportunidade para o servidor substituir o cartão de crédito convencional. “O cartão possui a taxa de juros mais baixa do mercado e pode ser utilizado como um instrumento de apoio na redução de dívidas”, explica.  

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Além disso, o cartão de crédito consignado pode ser solicitado nas bandeiras Visa ou Mastercard e, em breve, possibilitará aos clientes o acesso a uma plataforma de descontos em diversos produtos e serviços disponíveis. 

A expectativa é de que o cartão injete mensalmente mais de R$100 milhões no comércio local. Atualmente, mais de 40 mil servidores públicos estaduais possuem o cartão MT Card.

Como solicitar o MT Card

Para solicitar o MT Card e obter mais informações, basta acessar a página www.desenvolve.mt.gov.br e clicar no banner do cartão, que irá direcionar para a página de informações.

Na sequência, clique no link de adesão e preencha o formulário de cadastro.

Para mais informações, (65) 3613- 7926.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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