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Governo de MT disponibiliza 338 câmeras de segurança para reforçar segurança em Várzea Grande

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A segurança dos consumidores e lojistas de Várzea Grande será reforçada com a parceria firmada entre o Governo de Mato Grosso e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município. Através do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 338 câmeras de videomonitoramento serão instaladas em pontos estratégicos de ruas e avenidas visando a redução dos índices criminais. 

Durante a entrega dos equipamentos aos representantes da CDL nesta quinta-feira (04.04), o secretário estadual de Segurança Pública em exercício, coronel Héverton Mourett, a parceria leva segurança aos comerciantes e consumidores de Várzea Grande.

“O monitoramento eletrônico é uma estratégia do Governo do Estado para ampliar os recursos de segurança, tendo em vista que os recursos humanos são finitos, e é necessário explorar a tecnologia para agregar valor e efetivamente proporcionar segurança a quem precisa”, afirmou.

Serão integradas ao sistema do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), 303 câmeras fixas, 19 Speed Dome e 16 OCR’s. Cada modelo de câmera tem uma funcionalidade. As OCRs, por exemplo, fazem a leitura de placas e monitoram veículos em tempo real. Já as Speed Dome captam imagens em 360 graus com alcance de 2km. 

O Vigia Mais tem demonstrado resultados positivos, conforme o secretário. “Tanto a Polícia Militar quanto as Guardas Municipais, por meio da vigilância e do monitoramento eletrônico, conseguem agir em tempo real e evitar situações delituosas, especialmente aquelas associadas ao tráfico de drogas e roubo de veículos. Além disso, a nossa Polícia Civil também se beneficia dessa ferramenta, uma vez que, diante de ocorrências já ocorridas, pode utilizar o sistema para coletar as provas necessárias visando à eventual prisão do infrator, à identificação das circunstâncias envolvidas no crime e, posteriormente, à captura do suspeito”, afirmou. 

Os comerciantes de Várzea Grande serão cadastrados e, por meio da CDL, vão receber e se responsabilizar pelas câmeras instaladas que serão entregues gratuitamente. Os equipamentos vão acompanhados de suporte de conservação de energia e proteção como nobreacks, switch’s e armários.

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O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Várzea Grande, Luís Roberto Adbersi, ressaltou a importância da ferramenta para comércio da cidade, pois proporciona sensação de segurança aos consumidores durante a realização das compras.

“Isso é o que o comércio precisa, da presença de consumidores para fazer compras, criar empregos e contribuir para o desenvolvimento do município. O projeto Vigia Mais desempenha um papel fundamental, fornecendo um sistema de inteligência artificial que inibe atividades criminosas e facilita o trabalho da polícia em prol da sociedade de Várzea Grande”, disse. 

O superintendente do Ciosp, delegado Cláudio Álvarez, lembrou que o Vigia Mais MT foi, inicialmente, idealizado para a Sesp com intuito de reduzir os índices criminais. No entanto, outras pastas viram a magnitude do programa e solicitaram a inclusão na plataforma.

“Temos a Secretaria de Fazenda, que, ao ver o programa Vigia Mais MT, verificou que as câmeras OCR’s poderiam ser aliadas no combate à evasão fiscal, a crimes tributários no estado. Portanto, a Sefaz aderiu ao programa. Outro exemplo é a Sinfra que levou as câmeras para monitorar as obras públicas dentro do estado do Mato Grosso. A Seduc, da mesma forma, ao analisar o programa, sentiu que as câmeras poderiam trazer mais segurança nas escolas e retirou 5.500 câmeras após a habilitação”. 

O comandante do 2º Comando Regional de Várzea Grande, coronel Januário Batista, considera a ferramenta uma grande aliada para planejamentos estratégicos e operacionais.

“É uma inovação muito importante porque é mais uma ferramenta que o policial tem para otimizar o seu trabalho. É óbvio que precisamos do operador na frente das câmeras, analisando tudo que está acontecendo, mas a tecnologia faz com que a gente possa otimizar o serviço, aplicar o policiamento em uma área que realmente é necessário nos horários, turnos, de acordo com as demandas da própria sociedade”, pontuou. 

Januário destacou que os investimentos feitos pelo Governo do Estado na Segurança Pública proporcionam aos agentes públicos a realização de um trabalho com eficiência, o que resulta na melhor prestação de serviços à população.

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“Não há como não sermos eficientes ao utilizar as imagens em prol da sociedade. Estamos passando por um momento diferente na segurança pública, com investimentos que vão desde a troca de armamento até o fortalecimento da inteligência, por meio das informações produzidas pelo software”.

Em Várzea Grande, o Vigia Mais MT já apresenta resultados positivos com a integração de câmeras de fiscalização da mobilidade urbana já existentes no município à plataforma do programa. Com um mês de implementação, 20 veículos provenientes de roubo/furto foram recuperados pelas forças policiais. 

O secretário de Defesa Social de Várzea Grande, coronel Alessandro Ferreira da Silva afirmou que a Prefeitura Municipal pretende integrar não só as câmeras de mobilidade urbana ao Ciosp, mas também dos radares, das escolas e unidades de saúde.

“O Vigia Mais MT facilita a integração do município através da inteligência das câmeras de videomonitoramento. Temos certeza de que, com a integração dessas forças e a união do município de Várzea Grande com o Governo do Estado de Mato Grosso, teremos muito mais segurança em Várzea Grande”. 

Programa Vigia Mais MT

Com investimento aproximado de R$ 30 milhões, o Governo do Estado está equipando os 142 municípios com o que de mais moderno em vídeo monitoramento. São 15 mil câmeras distribuídas aos municípios adotando como critérios para definição da quantidade questões como população, área territorial e localização geográfica do ponto de vista das estratégias da segurança pública.

Pela lei que criou o programa, a 11.766/2022, além de órgãos dos poderes públicos federal, estadual e municipal, a adesão pode ser feita com entes privados, ou seja, empresas, associações, entre outros. A exigência é a mesma apresentada aos órgãos públicos, ou seja, que as câmeras sejam instaladas para monitorar ruas, avenidas, praças e outros espaços públicos de interesse da segurança coletiva.
 

Fonte: Governo MT – MT

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Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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