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Governo de MT e deputada Edna fecham acordo para criar comissão especial do feminicídio na AL

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O Governo do Estado e a deputada estadual Edna Sampaio chegaram a um acordo, nesta quarta-feira (27.8), para a criação de uma comissão especial de combate ao feminicídio na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

O acordo foi firmado após reunião com o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, e o deputado estadual Wilson Santos, que acompanhou a parlamentar.

“A criação dessa comissão especial na Assembleia Legislativa, com o apoio do Governo do Estado, representa um passo importante no enfrentamento ao feminicídio em Mato Grosso. Vamos trabalhar juntos para propor ações concretas e eficazes que possam proteger as mulheres e combater de forma mais dura esse tipo de crime”, afirmou Fábio Garcia.

A deputada Edna encabeçava a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre os crimes de feminicídio. Com o acordo junto ao governo, a Comissão Especial passará a discutir medidas mais duras de combate a este crime no Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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