MATO GROSSO

Governo de MT e Nova Rota assinam ordem de serviço para duplicação da BR-163 entre VG e Jangada

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O Governo de Mato Grosso e a Nova Rota do Oeste assinam, nesta sexta-feira (18.7), a oitava ordem de serviço para duplicação de 56,2 quilômetros da BR-163, entre Várzea Grande e Jangada. O evento será às 9 horas, no Posto Monte Carlo, em Várzea Grande (km 468 da BR-163).

O governador Mauro Mendes e o diretor-presidente da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa, atenderão a imprensa após o evento.

Na ocasião, também serão assinadas as autorizações para o início da construção da área de escape na Serra de São Vicente e da implantação de conectividade nos 850,9 quilômetros da BR-163 que estão sob concessão da Rota do Oeste.

O investimento total é de R$ 449,1 milhões.

Serviço
Governo de MT e Nova Rota assinam ordem de serviço para duplicação da BR-163 entre VG e Jangada
Data e hora: sexta-feira (18.7), às 9h
Local: Posto Monte Carlo, área rural de Várzea Grande (km 468 da BR-163)

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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