MATO GROSSO

Governo de MT entrega 1.500 escrituras definitivas em Tangará da Serra nesta quarta-feira (14)

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O Governo de Mato Grosso, por meio do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) e da MT Par, entrega, nesta quarta-feira (14.12), 1.500 títulos definitivos de imóveis para os moradores de Tangará da Serra (a 251 km de Cuiabá).

A entrega, que também é fruto de parceria com a Prefeitura Municipal e o Consórcio da Bacia do Alto do Rio Paraguai, será realizada a partir das 17h, no Centro de Tradições Gaúchas. Estarão presentes o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, e o presidente do Intermat, Francisco Serafim, entre outras autoridades.

Serão beneficiados moradores dos bairros Morada do Sol, Jardim dos Ipês, San Diego II, Jardim Presidente, Bela Vista, São Rosalino, Vila Goiás, COHAB Tarumã e 13 de Maio.

Serviço

Entrega de 1.500 escrituras definitivas em Tangará da Serra
Quando: 14/12, às 17h
Onde: Centro de Tradições Gaúchas, localizada na Virgílio Favetti

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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