O Governo de Mato Grosso encaminhou, nesta segunda-feira (13.05), 60 toneladas de doações para apoio às famílias no Rio Grande do Sul. A carga de donativos é acompanhada por duas equipes da Defesa Civil do Estado, que reforçarão o efetivo mato-grossense nas ações de ajuda humanitária no estado gaúcho.
Sob articulação da primeira-dama Virginia Mendes, o Governo de Mato Grosso disponibilizou quatro pontos de arrecadação de doações em Cuiabá e Várzea Grande, em diferentes regiões. Ao longo de cinco dias, foram arrecadados mais de 22 toneladas de roupas, colchões, lençóis e cobertores, 20 toneladas de água, 15 toneladas de alimentos, além de 2 toneladas de itens de limpeza e higiene pessoal e 1 tonelada de ração.
“Fiquei emocionada quando cheguei no Ginásio Aecim Tocantins, no sábado, e vi as doações e as pessoas chegando para entregar os donativos. Nós, mato-grossenses, somos muito solidários e, com a ajuda de todos, conseguimos bastante arrecadação. Meu coração transbordou de orgulho”, declarou a primeira-dama Virginia Mendes. Além do ponto de coleta no Aecim Tocantins, a população também procurou os postos de atendimento do Sine e Procon nas unidades do Ganha Tempo, em Cuiabá, e no Centro Estadual de Cidadania, em Várzea Grande, para as doações.
De acordo com o superintendente de Defesa Civil de Mato Grosso, tenente-coronel BM Luís Cláudio Pereira da Cruz, as doações serão entregues em um centro de distribuição montado em Passo Fundo (RS). Depois, os donativos serão separados e enviados aos municípios afetados. Reforço no efetivo
Junto dos donativos, o Governo de Mato Grosso envia reforços para as ações de ajuda humanitária no Rio Grande do Sul. Duas equipes da Defesa Civil foram enviadas ao estado gaúcho nesta segunda-feira (13), onde irão atuar na gestão de abrigos temporários, acolhimento às famílias afetadas e distribuição dos donativos.
“O Conselho Estadual de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul montou, no município de Santa Cruz do Sul, um posto avançado de recebimento e distribuição de donativos, e, atendendo a um pedido do estado gaúcho, nossa equipe de Mato Grosso se junta a agentes de outros estados, auxiliando na gestão dos donativos e fazendo essas doações chegarem àqueles que estão precisando”, explicou o superintendente, tenente-coronel BM Luís Cláudio Pereira da Cruz.
Desde o dia 3 de maio, o Governo de Mato Grosso presta apoio ao Rio Grande do Sul, com o envio de equipes especializadas das forças de segurança e equipamentos.
Mato Grosso também foi autor da proposta que autorizou, via Conselho Nacional de Política Fazendária, a dispensa da apresentação de nota fiscal para o transporte de mercadorias destinadas como doação ao Rio Grande do Sul, criando um corredor humanitário.
Na última sexta-feira (10), o Governo do Estado também fez a doação de R$ 50 milhões, oriundos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), para ajudar nas obras de reconstrução do estado gaúcho.
De acordo com a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, até a manhã desta segunda-feira, mais de 2,1 milhões de pessoas foram afetadas pelas chuvas intensas na região. Em razão do temporal, 147 pessoas morreram, 806 ficaram feridas e 127 estão desaparecidas.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.