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Governo de MT lamenta falecimento do ex-presidente da ALMT, Oscar Ribeiro

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O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento do ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Oscar Ribeiro, aos 89 anos, que estava internado há alguns dias em um hospital de Cuiabá.

Oscar era pai do ex-vereador de Cuiabá, Maurélio Ribeiro, e do servidor do TCE, Virgilio Ribeiro. Conselheiro aposentado do TCE, Oscar teve três mandatos como deputado estadual e além de ex-presidente da Assembleia, foi primeiro secretário do órgão. Oscar também foi prefeito de Rosário Oeste e secretário Estadual de Educação e Cultura.

“Uma grande perda para a política de Mato Grosso. Conhecido por ser uma pessoa, profissional e político digno, Oscar faz parte da história do Estado. Estamos em orações e enviamos nossos sentimentos à família e amigos neste momento tão sensível”, lamentaram o governador Mauro Mendes e a primeira-dama, Virginia Mendes.

O velório começa às 10 horas, na capela Santa Rita, e o sepultamento será ás 17h, no cemitério da Piedade, em Cuiabá.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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