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Governo de MT lamenta morte do empresário Manoel Dresch

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O Governo de Mato Grosso lamenta a morte do empresário Manoel Dresch, na noite deste domingo (12.02), em Cuiabá. Ele tinha 66 anos e lutava contra um câncer. 

“Eu e minha esposa, Virgina, recebemos com pesar a notícia do falecimento do empresário, que foi um grande empresário, e que desde cedo acreditou no Cuiabá Esporte Clube. Desejamos que Deus dê força e conforto aos amigos e familiares”, manifestou o governador Mauro Mendes. 

Manoel Dresch chegou em Mato Grosso nos anos 80, e montou uma pequena recapadora em Cuiabá. Anos depois, fundou a Drebor, importante indústria de recapagem de pneus em Mato Grosso. 

Desde 2003 Manoel era patrocinador do Cuiabá Esporte Clube e, em 2009, comprou o time que, hoje, tem seus filhos, Alessandro e Cristiano Dresch, na presidência e vice-presidência.

O velório do empresário é realizado na sede da empresa Drebor Borrachas, na Avenida V, n. 502A, no Distrito Industrial de Cuiabá. O cortejo sairá do local às 15h30, para sepultamento no Cemitério Recanto da Paz, na Rua América do Sul, n. 1226-1314, em Várzea Grande, às 17h.

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Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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