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Governo de MT lança plataforma online para monitorar qualidade do ar em tempo real

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O Governo de Mato Grosso lança, nesta quinta-feira (18.9), às 9h30, Plataforma online de Monitoramento em tempo real da Qualidade do Ar, que vai permitir a avaliação dos níveis de poluição do ar no Estado. O evento será realizado na sala de reuniões Garcia Neto, no Palácio Paiaguás.

A iniciativa é uma parceria com o Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Para efetivação do monitoramento, foram adquiridos 30 sensores.

Além de Cuiabá e Várzea Grande, que já contavam com sensores instalados, os municípios de Barão de Melgaço, Poconé, Barra do Bugres, Primavera do Leste, Pontes e Lacerda, Campo Novo do Parecis e São Félix do Araguaia também receberam os equipamentos. Sinop, Alta Floresta, Rondonópolis, Barra do Garças, Guarantã do Norte, Nova Mutum, Alto Araguaia e Feliz Natal devem receber sensores ainda este ano.

Durante a solenidade de lançamento da plataforma, também será assinado Acordo de Cooperação entre o Governo do Estado e a UFMT para execução conjunta de estudos e pesquisas técnico-científicas nas áreas de modelagem ambiental, climatologia urbana; hidroclimatologia; poluição atmosférica; mudança da cobertura do solo; e técnicas computacionais e inteligência artificial.

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Sugestão de Pauta:

Evento: Lançamento da Plataforma online de Monitoramento em tempo real da Qualidade do Ar

Data e horário: Quinta-feira (18.9), às 9h30

Local: Sala de Reuniões Garcia Neto – Palácio Paiaguás

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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