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Governo de MT licita asfalto novo até distrito de Analândia do Norte em Marcelândia

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O Governo de Mato Grosso lançou a licitação para asfaltar 54,2 quilômetros das rodovias MT-130 e MT-423 no município de Marcelândia. Além das rodovias estaduais, o edital inclui a pavimentação da estrada que dá acesso ao distrito de Analândia do Norte.

O asfalto atende uma demanda antiga da população local, que se estabeleceu no distrito há aproximadamente 30 anos. O trecho que receberá as obras começa logo após a ponte sobre o Rio Manito, na MT-130, e segue por aproximadamente 50 quilômetros em direção a MT-423 para União do Sul.

Já o trecho entre a MT-423 e a estrada de acesso ao distrito de Analândia do Norte tem pouco mais de cinco quilômetros de extensão. Além de beneficiar a população do distrito, o asfalto também irá encurtar a distância entre Marcelândia e União do Sul.

A licitação será realizada no dia 24 de setembro, por meio do Sistema de Aquisições Governamentais (Siag). O valor da obra está estimado em R$ 90,6 milhões.

Construção de ponte

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O Governo também licitou a construção de uma ponte de 30 metros na MT-473, em Pontes de Lacerda, conhecida como Estrada do Matão. O orçamento da ponte é de R$ 3,3 milhões.

A Estrada do Matão liga a sede de Pontes e Lacerda até a principal região produtora do município. Desde o início da atual gestão, o asfalto deixou de ser apenas uma promessa para virar realidade. Já foram asfaltados 82 km da rodovia, além de três pontes construídas.

A licitação para a construção da ponte será no dia 29 de outubro, também pelo sistema Siag.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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