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Governo do Estado e BID realizam capacitação para promoção do comércio exterior e atração de investimentos para MT

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT) e em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), realizará uma capacitação voltada à promoção do comércio exterior e atração de investimentos com foco no Estado. O evento acontece na segunda-feira (19), a partir das 8h, na sala João Nicolau Petroni, na Fiemt, em Cuiabá.

A capacitação de cinco dias será comandada pela equipe do setor de Integração e Comércio do BID. O objetivo do treinamento, que contará com a participação de servidores públicos de órgãos estratégicos do Governo de Mato Grosso, integrantes da iniciativa público-privada, e entidades, é construir direcionamentos por meio de ações de promoção voltadas ao comércio exterior e atração de investimentos para o Estado.

O secretário da Sedec-MT, César Miranda, explica que a capacitação é enriquecedora para gerar de forma colaborativa um trabalho de parceria com órgãos e entidades diretamente ligados à internacionalização de Mato Grosso.

“Mato Grosso é o líder na produção de alimentos e na preservação, no exterior já temos relações comerciais fortes e esse treinamento com o BID preparará os nossos servidores para conhecer as ferramentas estratégicas personalizadas para o nosso Estado, para ampliar ainda mais essas ações que atraem novos investidores e abrem novos mercados que impulsionam a economia e o desenvolvimento do Estado”, destacou César Miranda.

A capacitação prevê abordar conteúdos como estrutura, organograma, atividades e processos para atração de investimentos e as exportações de Mato Grosso, referências estratégicas e de gestão para implementação, ferramentas, definição quantitativa e qualitativa dos objetivos estratégicos para atração de investimentos e comércio exterior de Mato Grosso.

A abertura do evento contará com a presença do Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico César Miranda, do especialista Sênior no setor de Comércio Internacional e Investimento do BID, Francisco Estrazulas de Souza, e virtualmente de Morgan Doyle, que é representante do BID no Brasil.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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