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Governo e Prefeitura de VG entregam ETA da Barra do Pari que vai resolver o problema da água

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O governador Mauro Mendes entrega neste sábado (24.02), às 9h, a Estação de Tratamento de Água (ETA) da Barra do Pari, construída em parceria com a Prefeitura de Várzea Grande.

Localizada no Bairro Chapéu do Sol, a ETA vai acabar com o problema de falta de água na região. A estação tem capacidade para tratar 250 litros de água por segundo e vai atender mais de 140 mil pessoas, de 30 bairros de Várzea Grande.

Para a obra, o Estado repassou R$ 26,9 milhões, por meio de convênio formalizado via Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). A construção da ETA também recebeu contrapartida do Município.

SERVIÇO
Inauguração da ETA Barra do Pari

Data e horário: Sábado (24.02), às 9h
Local: Avenida João de Deus Bulhões, Bairro Chapéu do Sol – Várzea Grande

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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