MATO GROSSO

Governo firma parceria com TRE para disponibilizar serviços eleitorais no Portal Único do Estado e MT Cidadão

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O governador em exercício Otaviano Pivetta, o secretário estadual de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, e a presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, assinam nesta quinta-feira (16.11), às 14h, na sede do órgão eleitoral, em Cuiabá, o Termo de Adesão à Plataforma de Governo Digital de MT para que o Portal Único do Estado e no Aplicativo MT Cidadão passem a ofertar serviços eleitorais aos cidadãos.

A parceria tem o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços do TRE-MT e promover a colaboração, intercâmbio e a criação de iniciativas inovadoras relacionadas à temática de Governo Digital no setor público, além de simplificar e desburocratizar os atendimentos ao público.

O Portal Único do Estado oferta, atualmente, 626 serviços presenciais e online, sendo 139 totalmente digitais, além de fornecer informações sobre todos os serviços oferecidos pelos órgãos públicos estaduais, tornando o acesso mais simples, ágil e fácil.

Serviço: Assinatura do Termo de Adesão à Plataforma de Governo Digital de MT
Local: Sede do TRE-MT
Data: 16.11.2023
Horário: 14h

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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