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Governo lança licitação para asfaltar rodovia entre Ponte de Ferro e Coxipó do Ouro

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) publicou, nesta quinta-feira (07.03), o edital da licitação para contratar a empresa que vai asfaltar a MT-402, rodovia que liga a Ponte de Ferro em Cuiabá até o Coxipó do Ouro.

Essa obra vai garantir uma nova ligação asfáltica entre a capital e o seu distrito mais antigo. A previsão é asfaltar 10,3 km depois do fim do asfalto da Ponte de Ferro, até o início do trecho asfaltado do Coxipó do Ouro.

A abertura das propostas será realizada no dia 25 de março, às 09h (horário de Cuiabá), por meio do Sistema de Informações para Aquisições Governamentais (SIAG). O investimento previsto para a realização da obra é de R$ 15,7 milhões.

O Coxipó do Ouro é a localidade onde Cuiabá foi fundada. Além da importância histórica, o distrito é um importante balneário e ponte de lazer da população cuiabana, por conta do Rio Coxipó. A região também tem pequenas propriedades rurais.

Apesar de toda a relevância da região, o primeiro acesso asfaltado até o distrito só foi entregue no fim de 2020, pela atual gestão. Na ocasião foram asfaltados 8,5 quilômetros da MT-402, ligando o distrito até a Estrada de Chapada.

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A atual gestão também está asfaltando a MT-030, entre o bairro Doutor Fábio e a Ponte de Ferro. O trecho de 4,36 km recebe um investimento de R$ 8,2 milhões. As obras foram iniciadas no fim de 2023, com previsão de serem entregues neste ano. No momento está sendo feita a terraplanagem do trecho.

O asfalto da MT-030 até a Ponte de Ferro, e da MT-402 até o Coxipó do Ouro, vai diminuir em mais de 10 km a distância até o distrito.

Além do asfalto, a Sinfra-MT também vai licitar a duplicação da ponte sobre o Rio Coxipó, que atualmente é uma monovia, ou seja, por onde passam apenas um carro por vez.

Fonte: Governo MT – MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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