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Governo publica nova licitação para construção dos terminais do BRT

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) publicou nesta quarta-feira (4.3), o novo edital da licitação para construção dos terminais e Centro de Controle Operacional (CCO) do Sistema BRT.

A licitação ocorrerá por meio de dispensa eletrônica, com disputa de preços entre as empresas interessadas. O valor de referência para execução das obras é de R$ 130,7 milhões, em lote único. Ou seja, a empresa vencedora irá executar todas as obras.

A licitação está marcada para o dia 18 de março, por meio do Sistema de Aquisições Governamentais (Siag). Mais informações sobre o edital, assim com os anteprojetos dos terminais e do CCO podem ser encontrados no site da Sinfra-MT.

A contratação será feita de forma integrada, com a empresa vencedora sendo responsável por elaborar os projetos executivos e depois iniciar a construção dos prédios. Serão construídos os terminais de Várzea Grande, do CPA e do Porto, sendo que o CCO funcionará junto com este último.

O terminal de Várzea Grande será construído em uma área próxima ao Aeroporto Marechal Rondon, em continuidade à Avenida João Ponce de Arruda. Já o Terminal do CPA será construído entre a Avenida do CPA e a Avenida Osasco, quase em frente ao Comando Geral da Polícia Militar.

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Por último, o Terminal do Porto e o CCO estão localizados na Avenida XV de Novembro, em área ao lado do supermercado Atacadão, entre a Rua Comandante Suídio e a Travessa Paiaguás.


Os terminais terão área para operação dos ônibus, plataformas de embarque e desembarque e pátio de recarga. Além de estrutura para atender passageiros, como banheiros.

Os prédios dos terminais são parte fundamental para a operação do Sistema BRT, uma vez que são projetados para receber um maior número de passageiros, permitindo a integração com outras linhas de ônibus que alimentarão os corredores de transporte.

Já no CCO funcionará todo o Comando da Operação. O Sistema BRT funciona com informação em tempo real sobre as viagens e tempo de espera para a chegada do próximo veículo, por exemplo.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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