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Grupo que atuava em roubos, sequestros e extorsão de vítimas é preso pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Cinco integrantes de uma quadrilha especializada na prática de crimes patrimoniais foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na quarta-feira (22.1), em Rondonópolis, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

Entre os detidos, estão quatro adultos que foram autuados em flagrante pelos crimes de associação criminosa, extorsão, roubo, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores. Um menor, que também integrava o grupo, responderá pelos atos infracionais análogos aos mesmos crimes.

Além de ser responsável por roubos a residências e comércios, o grupo criminoso agia atraindo as vítimas por meio de anúncios de venda de veículos e maquinários com valores abaixo dos praticados no mercado. Incentivadas pela suposta oportunidade de negócio, as vítimas aceitavam se encontrar com os supostos vendedores em locais ermos, onde eram rendidas e levadas para o cativeiro.

Enquanto estavam em poder dos criminosos, as vítimas eram obrigadas a realizarem transferências via PIX para contas bancárias indicadas pelos integrantes do grupo, além de terem seus veículos subtraídos. Em alguns desses crimes, as vítimas foram obrigadas a realizarem empréstimos pessoais, uma vez que tinham limite de crédito pré-aprovado no aplicativo bancário.

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O último crime cometido pela associação criminosa ocorreu na terça-feira (21.1), ocasião em que a vítima se encontrou com os criminosos nas proximidades do anel rodoviário de Rondonópolis, atraída por um anúncio de venda de veículo, sendo sequestrada assim que chegou no local. A vítima foi levada para cativeiro e obrigada a realizar transferência via PIX no valor de R$ 20 mil, bem como teve sua caminhonete subtraída.

Assim que recebeu a comunicação dos fatos, a equipe de policiais da Derf Rondonópolis iniciou as investigações e conseguiu identificar e prender os integrantes da associação criminosa, momento antes de realizarem outro roubo em uma residência localizada próxima ao Horto Florestal. Com eles, foram apreendidas duas pistolas utilizadas nos crimes. Os investigados foram conduzidos à Derf, interrogados e autuados em flagrante.

O caso segue sob investigação.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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