Policiais militares do 13º Batalhão prenderam um homem de 38 anos em flagrante nessa sexta-feira (24.02), em Lucas do Rio Verde, com 335 kg de inseticida.
Os policiais foram informados pelo setor de inteligência que um homem estava transportando veneno ilícito, em um veículo utilitário, de cor verde. Segundo a denúncia, o suspeito estava levando os produtos da cidade de Nova Mutum para Lucas do Rio Verde.
Os policiais montaram pontos de barreira na BR-163 e abordaram um veículo com as mesmas características da denúncia. Em buscas pelo carro, a polícia localizou os produtos apreendidos na carroceria do veículo. O suspeito não apresentou nenhum documento de procedência do inseticida.
Em seguida, o homem recebeu voz de prisão pela equipe policial e encaminhado para a Delegacia de Lucas do Rio Verde, com todo o material apreendido.
Mais apreensões
Com mais essa apreensão registrada em Lucas do Rio Verde, a Polícia Militar de Mato Grosso chegou a apreendeu cerca de duas toneladas de defensivos agrícolas sem procedência e/ou ilícitos.
Em Sorriso, durante buscas por um suspeito de homicídio, policiais militares da Força Tática encontraram dentro de uma residência, a quantidade de 1,3 toneladas de defensivos agrícolas sem comprovação de origem.
Já em Rondonópolis, a Força Tática da PM prendeu quatro pessoas em flagrante com grande quantidade de defensivos agrícolas que seriam vendidos abaixo do preço de mercado.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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