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Homem é resgatado com vida após acidente de trânsito em zona rural

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso atendeu, nesta segunda-feira (4.8), um acidente de trânsito em zona rural nas proximidades do distrito de Caravágio, em Sorriso (a 388km de Cuiabá).

A solicitação de socorro foi feita pela esposa da vítima, que recebeu um alerta automático em seu celular indicando a colisão do veículo. Ao entrar em contato, percebeu que o mesmo estava desorientado e acionou imediatamente pelo número 193.

Enquanto a equipe do 5° Batalhão Bombeiro Militar (5° BBM) se deslocava com viaturas e equipamentos de resgate, foi solicitado o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) devido à distância de aproximadamente 105 quilômetros entre o local do acidente e a cidade.

Segundo informações, o homem de 26 anos conduzia o veículo quando perdeu o controle da direção e colidiu frontalmente com uma vala. A vítima foi encontrada consciente, porém confusa. A equipe de resgate realizou a imobilização e estabilização, contando com o apoio de um médico que se integrou à operação durante o deslocamento.

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O paciente foi transportado com segurança pela equipe do CIOPAER até a sede do 5° BBM, de onde foi encaminhado ao Hospital Regional de Sorriso apresentando sinais vitais estáveis.

De acordo com o CBMMT, a aeronave foi decisiva para o sucesso da operação. O apoio aéreo reduziu em pelo menos uma hora o tempo de deslocamento até a unidade de saúde, o que garantiu um atendimento significativamente mais rápido, seguro e eficiente à vítima.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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