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Homem que mantinha relacionamento com menina de 13 anos é preso em São José do Xingu

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Um jovem de 21 anos que estava mantendo um relacionamento amoroso com uma menor de 13 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (02.10), em ação realizada por policiais da Delegacia de São José do Xingu. O suspeito foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável.

As investigações iniciaram após os pais da vítima relatarem que a filha estava desaparecida e que a scooter dela estava em uma casa desconhecida. Com base nas informações, a equipe da Polícia Civil foi até a residência, onde foi recebida pelo suspeito.

Questionado, ele disse que não sabia a origem da scooter e tampouco o que o veículo estaria fazendo no quintal da sua residência. Simulando acreditar na versão do suspeito, os policiais saíram da residência e deram a volta no quarteirão, momento em que viram a menina saindo da casa.

Questionada, a menor não quis falar o que estava fazendo no local, mas em análise de celulares foi possível constatar que o casal mantinha um relacionamento amoroso há cerca de seis meses. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a ocorrência e a menor foi encaminhada para exame pericial, que constatou a relação íntima com o suspeito.

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Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à delegacia, onde foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento, uma vez que há informações de que o suspeito tinha o costume de se relacionar com meninas menores de 14 anos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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