MATO GROSSO

Homem que rondava a casa da ex-esposa e a perseguia é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

Publicado em

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, prendeu em flagrante um homem que estava perseguindo a ex-companheira, descumprindo assim as medidas protetivas de urgência impostas pela Justiça.

A prisão integra os trabalhos da Operação Shamar, deflagrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), durante todo o mês de agosto, para intensificação das ações de combate à violência contra a mulher.

A vítima solicitou medidas protetivas contra o ex-companheiro, porém ele não estava respeitando a decisão judicial de não se aproximar da casa da ex-esposa, passando a frequentar uma distribuidora de bebidas nas proximidades da residência.

O suspeito chegou a ser preso no dia 17 de agosto, mas ao ser solto voltou a perseguir a ex-companheira. Diante das evidências, os investigadores da Delegacia da Mulher realizaram diligências localizando o suspeito próximo à residência da vítima.

Durante a revista pessoal, foi encontrado com ele um canivete dentro de uma bolsa. Diante dos fatos, os policiais realizaram a prisão em flagrante do suspeito que foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis.

Leia Também:  SER Família Capacita realiza formatura de mais duas turmas em Cáceres

A delegada titular da DEDM Cuiabá, Judá Marcondes, representou pela prisão preventiva do agressor, uma vez que ele vem descumprindo medidas protetivas e reiterando a conduta criminosa.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Deputados da ALMT aprovam projeto da LDO de 2026 em primeira votação

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Fiscalizações da Operação Lei Seca prendem 14 condutores em avenida de Cuiabá

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA