MATO GROSSO

Hospital Metropolitano realiza 17.821 cirurgias nos últimos seis anos; ortopedia lidera procedimentos

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O Hospital Metropolitano, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, realizou 17.821 cirurgias, 149.704 consultas e 2.790.234 exames de janeiro de 2019 a março de 2025. O município completou 158 anos de emancipação política nesta quinta-feira (15.4).

Segundo dados da SES, a ortopedia foi a especialidade com mais cirurgias no período. Foram 10.749 procedimentos realizados nos últimos seis anos. Em seguida, vem a cirurgia bariátrica (3.390) e a urologia (1.602).

Consultas com ortopedista (51.833), psicólogo (18.987) e cirurgião bariátrico (18.663) foram as mais realizadas desde 2019. Foram realizados ainda 2.591.606 exames de laboratório clínico, 134.674 radiografias e 27.821 tomografias. De janeiro a março de 2025, foram realizadas 1.741 cirurgias, 12.356 consultas e 137.271 exames.

Segundo a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, o perfil da unidade, que atende pacientes dos 142 municípios de Mato Grosso pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica, neurocirurgia, urologia, vascular e cirurgia geral. “Os pacientes atendidos no Hospital Metropolitano já realizam o risco cirúrgico e todos os exames pré-cirúrgicos na própria unidade”, apontou.

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A diretora contou ainda que, em 2020, o Metropolitano passou por uma ampliação de 210 leitos em tempo recorde, subindo de 68 para 278 leitos, quando virou referência estadual no atendimento a pacientes com casos graves de Covid-19 (a doença causada pelo coronavírus).

“O governador Mauro Mendes e o secretário Gilberto Figueiredo optaram pela ampliação da unidade, e não pela construção temporária de um hospital de campanha, como em outros Estados. Aqui trabalhamos com atendimento humanizado, pois a nossa missão é aliviar a dor do paciente. A nossa equipe não mede esforços para que isso aconteça de uma forma acolhedora”, destacou.

De março a maio de 2020, a SES investiu R$ 20,2 milhões na ampliação dos leitos e em melhorias na recepção, setor administrativo, pronto atendimento, ambulatório, centro cirúrgico e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Além disso, a SES também aplicou R$ 16,8 em reformas e manutenções desde 2019 para melhorar o atendimento prestado pelo hospital.

Atualmente, o Hospital Metropolitano conta com 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, 5 leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e 6 leitos de estabilização, além de 5 salas cirúrgicas e 14 consultórios.

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A representante de vendas Lucélia da Silva Pereira, de 36 anos, moradora do Cristo Rei, em Várzea Grande, fez cirurgia bariátrica e cirurgia para retirada de vesícula no Hospital Metropolitano. Ela elogiou o serviço prestado. “Foi excelente. O atendimento da consulta também foi bom. A equipe inteira de enfermagem e médicos também foi maravilhosa. O pós-operatório foi excelente também, os retornos médicos. Eu gostei de tudo”, contou.

Lucélia mostra o antes e depois da cirurgia bariátrica – Crédito: Arquivo pessoal

Lucélia começou os procedimentos preparatórios em fevereiro do ano passado, fez a cirurgia bariátrica em julho e continua com acompanhamento psicológico e nutricional. Desde então, perdeu 39 quilos. Já a cirurgia de retirada de vesícula, necessária devido à existência de pedras, foi realizada em 26 de abril deste ano.

“A cirurgia bariátrica melhorou a minha vida em muitos quesitos. Consigo dormir melhor, respirar melhor, me vestir melhor, me alimentar, porque tem coisas que hoje eu não faço questão de comer, e muitas outras coisas”, disse.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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