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Hospital Metropolitano realizou 65 atendimentos preventivos ao câncer de próstata em mutirão

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O Hospital Metropolitano, unidade mantida pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Várzea Grande, realizou um mutirão com 65 atendimentos preventivos ao câncer de próstata. A ação ocorreu no sábado (07.12) e ofertou consultas com médico urologista e exames clínicos, laboratoriais e de imagens.

O mutirão atendeu pacientes que aguardavam pelo atendimento especializado via regulação e profissionais que trabalham no próprio hospital.

De acordo com a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, a unidade se organiza anualmente para ofertar os atendimentos voltados para a saúde do homem.

“Contamos com profissionais urologistas no Hospital Metropolitano e nos organizamos para realizar esse mutirão, assim como aconteceu em anos anteriores na unidade. O nosso objetivo é dar visibilidade às ações preventivas para a saúde do homem”, declarou.

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre homens no Brasil, representando 29% dos casos de câncer. Ele fica atrás apenas dos casos de câncer de pele. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), somente em 2023, a estimativa era de 70 mil novos casos de câncer de próstata no país.

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Apesar do alto índice de casos, esse tipo de câncer tem 90% de chance de cura caso descoberto precocemente, por isso a importância da conscientização sobre a realização de exames preventivos.

O Ministério da Saúde orienta que, a partir dos 50 anos, homens realizem exames anuais de toque retal e dosagem de PSA (Antígeno Prostático Específico). Para aqueles com histórico familiar da doença, a recomendação é que inicie o acompanhamento a partir dos 45 anos.

Entre os principais sintomas do câncer de próstata estão a dificuldade para urinar, sensação de bexiga cheia mesmo após ir ao banheiro, diminuição do jato de urina, dores na região pélvica e presença de sangue na urina ou no sêmen.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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