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Hospital Regional de Alta Floresta mantém alta performance e ultrapassa cirurgias de 2024

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O Hospital Regional de Alta Floresta, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou 4.967 cirurgias de janeiro a novembro de 2025, número que já superou o total de 2024, quando foram realizados 4.449 procedimentos.

A boa performance do hospital fica ainda mais evidente na comparação com o desempenho de 2023, quando foram realizadas 3.776 cirurgias, quase 1.200 a menos do que de janeiro a novembro de 2025.

As principais especialidades cirúrgicas realizadas pela unidade neste ano foram em cirurgia-geral (1.916), ortopedia (1.254), ginecologia e obstetrícia (1.128). O número de atendimentos totais também aumentou: passou de 24.754, em 2023, para 29.898 de janeiro a novembro deste ano.

Em 2025, foram realizados 9.172 atendimentos de urgência e emergência, sendo que 6.013 pacientes foram internados.

“O Hospital Regional de Alta Floresta vem apresentando um aumento significativo no número de procedimentos cirúrgicos e fecha 2025 com mais de 5.000 cirurgias. Em breve, estaremos inaugurando uma nova estrutura para esse hospital, que merece funcionar em uma sede ampla e moderna”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

A obra do novo Hospital Regional de Alta Floresta já está 97% concluída. Segundo o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, a unidade é destaque em produtividade e qualidade.

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“A gestão estadual trabalha para garantir a segurança e a qualidade na assistência prestada aos usuários do SUS [Sistema Único de Saúde]. Contamos com a construção do novo Hospital Regional de Alta Floresta, que vai ampliar o número de leitos e contribuir ainda mais com os atendimentos realizados na região”, avaliou.

A diretora do Hospital Regional de Alta Floresta, Taniele Mechi, considera que houve avanço em todos os aspectos nos últimos anos, sobretudo com a ampliação de 10 leitos de UTI na unidade.

“Houve avanços em número de cirurgias e consultas especializadas para a toda a região, como também em aquisição de equipamento, modernização e reformas. Para fechar o ano, dobramos a capacidade de atendimento da área de UTI, com a criação de dez novos leitos, o que demonstra o compromisso de garantir a qualidade em assistências a todos os usuários do hospital”, informou.

Em novembro do ano passado, o Hospital Regional recebeu 11 novos ventiladores pulmonares e 12 berços hospitalares em um investimento de R$ 1 milhão.

O paciente João Victor Coelho, 23 anos, ficou 49 dias internado na unidade após sofrer um acidente de trânsito voltando da cidade vizinha, em maio deste ano, e é só elogios para o atendimento que recebeu.

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“Cheguei no hospital, o médico fez pontos na minha cabeça, porque que tinha arrancado parte do couro cabelo no acidente. O médico fez um raio-X e eu tinha quebrado a mesma perna em dois lugares, quebrei um dedo da mão, cinco costelas que quebraram e perfuraram meu pulmão. Tive pneumonia aguda, fui tratado e fiquei 21 dias na UTI dormindo. O tratamento no hospital foi magnífico, todos davam muita atenção para mim”, avaliou o paciente.


Saiba mais sobre o hospital

O Hospital Regional de Alta Floresta é referência pelo SUS para a população da região do Alto Tapajós, que tem uma população de 111.154 pessoas, conforme o Censo Demográfico 2022.

A unidade dispõe de 93 leitos de internação geral, sendo 22 leitos pediátricos, entre observação e internação pediátrica; 20 leitos de UTI adulto; e 3 leitos de observação de pronto-socorro.

Atualmente, o hospital realiza atendimentos presenciais e sobreavisos de especialidades cirúrgicas: anestesiologia, cirurgia geral, cirurgia vascular, urologia, neurocirurgia, ortopedia e traumatologia, ginecologia e obstetrícia, e otorrinolaringologista. A unidade também atende as seguintes especialidades clínicas: clínica médica geral, cardiologia, médico intensivista e pediatria.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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