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Hospital Regional de Sorriso implementa programa de residência médica

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O Hospital Regional de Sorriso, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), passou a ofertar um programa de residência médica. O estágio está sendo feito em parceria com a Faculdade Atenas, aprovada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2025.

Os profissionais estão atuando como residentes nas áreas de clínica médica e, ginecologia e obstetrícia desde junho de 2025.

Cada especialidade conta com 2 médicos residentes no Hospital Regional. A residência em clínica médica tem duração de dois anos e a de ginecologia e obstetrícia tem duração de três anos.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou como o programa de residência médica é benéfico para a Saúde Pública de Mato Grosso.

“Com a residência médica, podemos qualificar novos médicos especialistas para a Saúde Pública do nosso estado, oferecendo a eles uma experiência prática essencial para o desenvolvimento profissional. Ampliamos e melhoramos a qualidade do atendimento à população, garantindo que as pessoas tenham acesso a serviços especializados”, declarou.

A Residência Médica é uma pós-graduação para médicos, em que eles recebem treinamento prático, visando à especialização em uma área da medicina.

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Os médicos residentes auxiliam em cirurgias, prescrevem medicamentos, elaboram diagnósticos e planejam tratamentos para os pacientes, além de auxiliar em outros procedimentos médicos de acordo com a sua área de residência.

A diretora do Hospital Regional de Sorriso, Ione Carvalho, destacou as contribuições já perceptíveis do time de residentes para a unidade.

“Os médicos residentes estão contribuindo significativamente nos atendimentos aos pacientes, ao mesmo tempo em que se especializam em clínica médica e ginecologia e obstetrícia. Eles estão sempre acompanhados por um profissional especialista, que os orientam nos atendimentos. A presença deles tem sido fundamental para a rotina do hospital”, concluiu.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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