MATO GROSSO

Indea informa suspensão do comércio da vacina Excell 10 em MT

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O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) informa que as 446 revendas agropecuárias de Mato Grosso autorizadas ao comércio de vacinas precisam suspender imediatamente a venda da vacina para bovinos, ovinos e caprinos da marca ‘Excell 10’, de lotes 016/2024 e 018/2024.

A medida segue orientação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que por meio de nota determinou na terça-feira (19.8) a suspensão da vacina fabricada pela Dechra Brasil Produtos Veterinários, após a morte de mais de 200 animais no Piauí (PI).

Na verificação do sistema de controle do Indea foi verificado que Mato Grosso recebeu, entre maio e junho, 43.750 doses da vacina suspensa, sendo distribuídas em 131 casas de revendas.

O diretor técnico do Indea, Renan Tomazele, explica que as equipes do órgão estarão nos próximos dias visitando revendas de produtos agropecuários autorizados na venda de vacinas para orientar a suspensão de comércio dos lotes citados pelo Mapa. “Não será preciso apreender nenhum frasco dessas vacinas e nem há motivo para apreensão por parte dos produtores rurais. O que iremos fazer é orientar os responsáveis por esses estabelecimentos, até que se conclua a investigação sobre a causa da morte dos animais lá no Piauí”, explica Tomazele.

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Em Mato Grosso até o momento, não há registros de problemas relacionados a aplicação da vacina usada contra a clostridiose, doença causada pela bactéria do gênero Clostriduim responsável por causar morte súbita em rebanhos.

Em caso de dúvidas, o diretor do Indea aconselha os produtores rurais ou responsáveis pelas casas agropecuárias a entrarem em contato com o Indea.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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