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Inscrições para curso de Processos de Negócio com ferramenta Bizagi Modeler estão abertas

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, está com inscrições abertas para o curso “Introdução à Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler”. São oferecidas 200 vagas, destinadas exclusivamente aos servidores públicos do Poder Executivo Estadual.

A capacitação tem como objetivo capacitar os servidores na gestão de processos, padronização de atividades, elaboração do manual técnico de processos e procedimentos dos órgãos, utilizando a ferramenta Bizagi Modeler.

As inscrições são gratuitas, feitas de forma on-line, e estarão disponíveis até o dia 29 de outubro, ou enquanto houver vagas. A capacitação será realizada na modalidade a distância (EaD), entre os dias 3 e 28 de novembro de 2025

O curso está dividido em quatro módulos, com carga horária total de 20 horas-aula. Os participantes que cumprirem os requisitos, como frequência mínima e realização das atividades, receberão certificado de conclusão.

O link de acesso ao curso será enviado antecipadamente para o e-mail e/ou número de WhatsApp informados no momento da inscrição. Por isso, é importante que os interessados mantenham seus dados de contato atualizados no sistema.

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Serviço | Introdução à Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler
Data: 13 a 28 de novembro
Como Na modalidade EaD pela plataforma Google Classroom
Data da Inscrição: De 20 a 29 de outubro
Outras informações acesse o link.

*Com supervisão de Giordanna Santos

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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