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Instituto dos Cegos receberá mutirão da Justiça Eleitoral nesta terça-feira (30.04)

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A 51ª Zona Eleitoral fará um mutirão de atendimento no Instituo dos Cegos do Estado de Mato Grosso (ICEMAT), nesta terça-feira (30.04), das 8h às 17h. O objetivo é atender os associados e associadas, funcionários e funcionárias da instituição, bem como eventuais acompanhantes.

A entidade, que é filantrópica, está localizada no bairro Morada da Serra III, em Cuiabá, possui atualmente mais de 200 pessoas associadas. A estimativa é atender, pelo menos, 150. Serão disponibilizados diversos serviços, como regularização do título, alistamentos (confecção do 1º título), cadastro da biometria, emissão de certidões, entre outros.

O ICEMAT oferece, que há 45 anos, atendimento educacional especializado, cultural e esportivo à pessoa com deficiência visual. Atende pessoas do município de Cuiabá e demais localidades do estado de Mato Grosso, por meio de uma política de educação inclusiva. São desenvolvidos programas como Alfabetização em Braille, Ensino de Matemática através do Soroban, Informática Adaptada, Atividade de Vida Autônoma – AVA, Orientação e Mobilidade, Música, Esporte Adaptado, Estimulação Visual, dentre outras atividades.

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A procura pelo atendimento do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) foi justificada pela entidade como uma “busca de promoção da acessibilidade e cidadania”, que ressaltou ainda a importância da parceria com a Justiça Eleitoral como de “fundamental importância para a emancipação social da pessoa com deficiência visual”.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto que mostra uma mulher com a camiseta do ICEMAT, utilizando óculos escuros e um fone de ouvido, que está conectado a uma urna eletrônica à frente dela. Ao lado, tem um atendente da Justiça Eleitoral auxiliando. Ao fundo, aparecem outras pessoas em uma fila para fazer o mesmo procedimento.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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