MATO GROSSO

Interessados em participar de leilão da MT Par, de área de 2,4 mil hectares, devem se cadastrar até quarta-feira (7)

Publicado em

Encerra na próxima quarta-feira (07.08), às 17h, o prazo para o credenciamento dos interessados em participar do leilão de uma propriedade rural de 2,4 mil hectares em Diamantino.

Avaliado em R$ 260,3 milhões, a venda do imóvel é realizada pela MT Participações e Projetos (MT Par), por meio da plataforma da Estância Bahia Leilões (https://judicial.estanciabahia.com.br/).

Conforme o edital, todos os concorrentes devem se credenciar 48 horas antes do leilão, agendado para sexta-feira (09.08), às 9h30 da manhã.

O leilão poderá ser acompanhado de forma virtual pelo site da Estância Bahia, ou de forma presencial no Hotel Delmond, que fica na avenida André Maggi, nº1.980, no bairro Alovrada, em Cuiabá.

A propriedade a ser leiloada tem aptidão para o cultivo de soja, milho e algodão. O imóvel pertencia ao espólio do antigo Banco de Mato Grosso (Bemat), extinto em 1998.

No dia 26 de julho, o edital do leilão foi publicado no Diário Oficial do Estado determinando as regras do processo de comercialização. Entre elas, o fato do valor ofertado ser superior a avaliação de mercado do imóvel, ou seja, acima de R$ 260.358.654,61. O vencedor do leilão deve pagar 20% do lance na entrada e o restante em mais de 24 parcelas mensais, consecutivas e iguais.

Leia Também:  Sedec terá estande na 55ª Expoagro para tirar dúvidas sobre Plano ABC+ e incentivos fiscais

Serviço:

Leilão de uma fazenda de 2,4 mil hectares

  • Data do leilão: sexta-feira (9)
  • Data final para o credenciamento: quarta-feira (7), às 17h.
  • Hora: 9h30
  • Local:

Presencial – Hotel Delmond, na avenida André Maggi, nº 1980, bairro Alvorada, Cuiabá.

Virtual – https://judicial.estanciabahia.com.br/

Clique aqui para ver o edital de abertura.

Saiba mais em:

MT Par leiloa área de 2,4 mil hectares em Diamantino pronta para plantio

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Bombeiros resgatam filhote de cachorro que estava preso em bueiro

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  SES prorroga prazo para inscrição em concurso público

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA