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Interessados em promover atividades educativas e culturais na Viradinha Sustentável podem se inscrever até 23 de maio

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Organizações da sociedade civil, instituições educacionais, redes de cooperação e grupos artísticos podem se inscrever, até o dia 23 de maio, para participar da Viradinha Sustentável, promovida em parceria entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e o Instituto Virada Sustentável.

O evento será realizado durante a Semana do Meio Ambiente, entre os dias 5 e 9 de junho, nos três parques estaduais Mãe Bonifácia, Massairo Okamura e Zé Bolo Flô, em Cuiabá.

Os interessados em participar da programação do evento, com atividades de arte, cultura e educação ambiental, podem se inscrever por meio deste formulário do Instituto Virada Sustentável, responsável pela chamada pública.

Serão aceitas apenas as atividades já prontas para execução e as chamadas “propostas de adesão”, que não dependam de apoio financeiro dos organizadores do evento. As propostas serão selecionadas com base na relevância para os temas de sustentabilidade e dos objetivos do desenvolvimento sustentável.

Viradinha Sustentável

A Virada Sustentável é o maior evento de sustentabilidade do Brasil. Envolve articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, artistas, grupos e coletivos de cultura, redes e movimentos sociais, equipamentos culturais, instituições, empresas, escolas e universidades. A viradinha sustentável é uma edição especial e compacta da tradicional virada sustentável e traz uma rede de atores sociais engajados em iniciativas ambientais e culturais.

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Embora menor em escala, a Viradinha é rica em conteúdo e significado, projetada como uma plataforma para provocar reflexão e fomentar mudanças positivas. Uma grande instalação, apresentações artísticas e atividades diversas serão realizadas para incentivar o público a pensar e agir de forma mais sustentável.

O festival, realizado em parceria com a ONU Brasil e alinhado aos 17 objetivos de Desenvolvimento (ODS), realiza a primeira edição em Cuiabá entre os dias 05 e 09 de junho de 2024, com o objetivo de criar um espaço de diálogo e engajamento que promova uma visão integrada e multifacetada da sustentabilidade, encorajando ações positivas para um futuro mais equilibrado e sustentável para a Amazônia e para o mundo.

Dúvidas e esclarecimento

Dúvidas e pedidos de esclarecimento podem ser encaminhados para o e-mail contato: [email protected]

Acesse o site e redes sociais Virada Sustentável para conhecer mais:
Site: www.viradasustentavel.org.br
Instagram: @viradasustentavel
Facebook: facebook.com/viradasustentavel
Youtube: https://www.youtube.com/user/ViradaSustentavel

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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