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IPEM avalia novo Posto Autorizado de Cronotacógrafo em Várzea Grande

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Entre os dias 25 e 29 de agosto, técnicos do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (IPEM) estiveram em Várzea Grande para a avaliação inicial de um novo Posto Autorizado de Cronotacógrafo (PAC). Os avaliadores do instituto verificaram se a empresa interessada atende a todas as exigências do Inmetro para poder operar legalmente.

O cronotacógrafo é o equipamento que registra velocidade, distância percorrida e tempo de direção e parada de veículos. Ele é obrigatório para caminhões acima de 4.536 kg e ônibus com mais de 10 lugares. Os registros servem tanto para fiscalização quanto como prova em casos de acidentes ou infrações.

O PAC autorizado pelo Inmetro realizará exames de conformidade, ensaios e selagem desses instrumentos. O serviço é feito com simulador de pista ou pista reduzida, garantindo dados precisos para a verificação final feita pelo IPEM-MT.

Para se tornar um PAC, a empresa precisa comprovar que tem estrutura adequada, equipe capacitada e documentação completa, como laudos técnicos das instalações e relatórios dos simuladores. Todo o processo pode durar de 60 a 90 dias. O serviço é gratuito, exceto pelos custos de deslocamento e hospedagem dos avaliadores.

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A instalação de novos postos em Mato Grosso amplia a rede de atendimento para os transportadores e ajuda a manter veículos em conformidade, contribuindo para um trânsito mais seguro no estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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