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Jovem investigada por homicídio e ocultação de cadáver é presa em Vila Rica

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A Polícia Civil identificou e prendeu na noite de quarta-feira (22.10) uma jovem envolvida no homicídio e na ocultação do corpo de Gabriel dos Santos Viana, no município de Vila Rica.

A suspeita, de 25 anos, teve o mandado de prisão preventiva decretado pelo juízo da Comarca local, após investigação da Delegacia de Vila Rica para apurar o crime.

Conforme apurado pela Polícia Civil, a mulher é considerada membro atuante dentro da facção criminosa instalada na região de Vila Rica, e teve participação direta no homicídio em investigação.

O crime

Gabriel dos Santos Viana, de 19 anos, desapareceu no dia 27 de setembro, e o seu corpo foi encontrado no dia 11 de outubro. Na ocasião, o primeiro suspeito foi preso.

O jovem foi assassinado por integrantes da facção criminosa por simpatizar com a polícia, ele sempre cumprimentava os policiais onde os via e tinha contato mais próximo com alguns, o que motivou sua morte.

A irmã de Gabriel registrou a ocorrência de desaparecimento de pessoa. Ela contou que seu irmão foi a uma festa e, depois, colocado dentro um veículo e sendo mais visto.

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Desde então, as Polícias Civil e Militar passaram a diligenciar para esclarecer os fatos e identificar os envolvidos no desaparecimento de Gabriel dos Santos Viana.

A prisão

Diante do mandado de prisão expedido pela Justiça, a Polícia Civil solicitou apoio à Polícia Militar, que por meio da equipe da Força Tática, efetuou a prisão da procurada, na noite de quarta-feira (22).

Em seguida a jovem foi conduzida à Delegacia de Vila Rica para as providências cabíveis, e posteriormente apresentada e colocada à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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