MATO GROSSO

Juíza Tabatha Tosetto assume titularidade da 26ª Zona Eleitoral de Nova Xavantina

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A magistrada Tabatha Tosetto assumiu a titularidade da 26ª Zona Eleitoral, com sede em Nova Xavantina, em substituição à juíza Ângela Maria Janczeski Goes, que esteve no cargo temporariamente deste 08 de janeiro de 2024. A nova titular ingressou no Poder Judiciário há um ano e atua como juíza substituta em Novo São Joaquim e, em cumulação, na 1° Vara de Nova Xavantina.

Ela destaca que a importância da atuação do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). “A Justiça Eleitoral desempenha papel fundamental para assegurar o Estado Democrático de Direito, devendo atuar para garantir eleições justas, igualitárias e transparentes, principalmente para que os eleitores e eleitoras possam formar suas convicções livremente, considerando as propostas apresentadas, planos e projetos dos candidatos e candidatas, e não com base em fake news”, frisa a magistrada, que assumiu a 26ª ZE no último dia 11 de julho.

A juíza Tabatha Tosetto acredita que o principal desafio é a desinformação e o uso de inteligência artificial. “Nesse sentido, a atuação preventiva é essencial, tanto para conscientizar o eleitorado sobre a necessidade de checagem das informações, como para orientar os candidatos e candidatas sobre a gravidade e consequências das notícias falsas e mentiras no processo eleitoral. Nas eleições municipais, em razão da maior proximidade com a comunidade, os candidatos devem estar conscientes de seus papeis de agentes sociais na promoção da cidadania e servirem de exemplo de conduta ética e moral”, acrescenta.

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A designação da magistrada consta na Resolução n° 2863/2024. O processo de seleção foi regido pelo Edital nº 12- SRMJE/CP/SGP/2024, publicado no DJE nº 4.149, de 14/06/2024. O prazo para inscrição foi de 17/06/2024 a 21/06/2024.

Além de Nova Xavantina, a 26ª Zona Eleitoral é responsável pelos municípios de Campinápolis e Novo São Joaquim, totalizando 32.809 pessoas aptas ao voto.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem com fundo geométrico em tons de cinza e branco, e na parte de cima, tem uma faixa na cor preta com a palavra JUDICIÁRIO em destaque, na cor branca. No centro, tem uma foto da juíza e, à direita, o nome completo dela e a identificação como juíza da 26ª Zona Eleitoral de Nova Xavantina. No canto superior direito, está a marca do TRE-MT.

Fonte: TRE – MT

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Corpo de Bombeiros combate quatro incêndios florestais nesta terça-feira (13)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta terça-feira (13.10), quatro incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Nova Xavantina, Nossa Senhora do Livramento e Juruena.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indigena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indigena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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