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Justiça Eleitoral promove 3 dias de mutirão no distrito de Ouro Branco do Sul

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso, representada pela 10º Zona Eleitoral, promoverá  três dias de mutirão no distrito de Ouro Branco do Sul localizado no município de Itiquira. Os atendimentos começam no dia 19 e seguem até 21 de fevereiro na Escola Municipal Jorge Eduardo Raposo de Medeiros das 8h às 16h. O objetivo é tornar acessível a regularização da situação com a Justiça Eleitoral para cidadãos e cidadãs que residem na localidade. 

A ação prestará serviços como: alistamento (confecção do 1º título de eleitor), cadastro biométrico, revisão cadastral, transferência eleitoral, expedição de segunda via do título, além de emissão de certidões, guias para pagamento de multas eleitorais e consulta da situação eleitoral.

Conforme dados recentes da Justiça Eleitoral, o município conta com 8.762 eleitores aptos a votarem nas Eleições Municipais de 2024, dos quais 92,07% já atenderam o chamado eleitoral e fizeram o cadastro biométrico. Esta é uma tecnologia fundamental para garantir a segurança no momento do voto, pois comprova a identidade do eleitor. Consequentemente, essa ferramenta torna o processo das eleições mais seguro. 

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A ação tem como missão garantir e facilitar o acesso desses eleitores e eleitoras, considerando as dificuldades logísticas e geográficas que podem barrar a locomoção. De acordo com o chefe de Cartório, Eduardo Luiz da Costa, moradores da região precisam se deslocar aproximadamente 120 km até o posto de atendimento mais próximo. Tal condição prejudica o deslocamento e o acesso do eleitorado aos serviços eleitorais. A ação destaca o compromisso em assegurar a participação democrática de todos e todas, independentemente das barreiras. 

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) reforça que qualquer pendência com a Justiça Eleitoral deve ser regularizada até o dia 08 de maio, pois após essa data o cadastro eleitoral será fechado. Após esta data, nenhum procedimento eleitoral será feito, conforme estabelece a Lei nº 9.504/1997. A norma institui que nos 150 dias antecedentes à data da eleição, nenhum pedido de inscrição ou transferência eleitoral será aceito.

Texto por: Maryelle Campos (Supervisão Andréa Martins Oliveira)

#DescriçãodaImagem: Na parte de cima há uma faixa azul em que está escrito mutirão ao lado esquerdo e ao lado direito está a logomarca do TRE-MT. Abaixo está uma fotografia do momento em que é feita a leitura biométrica, ao lado a faixa azul se repete e está escrito: “10º Zona Eleitoral, distrito Ouro BRanco do Sul, Itiquira”.

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Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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