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Juventude e futuro da agricultura familiar de MT são temas de podcast

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Inovação, conectividade, novas tecnologias e agilidade. Essas são algumas das palavras que fazem parte da vida dos jovens e que somadas ao crescimento e à modernização da agricultura familiar em Mato Grosso, não poderia ter outro resultado além de oportunidades de desenvolvimento da juventude para serem profissionais altamente capacitados e empreendedores em um futuro próximo. Foi para conversar um pouco mais sobre o tema que o podcast “Conecta Jovem” recebeu em seu 14º episódio a estudante de Agronomia, Marly Bahri Mello, e o secretário adjunto de Agricultura Familiar e Produção Rural de MT, Clóvis Cardoso.

“Atualmente toda fazenda tem monitoramento com câmera, maquinários que evoluíram e são remotos”, contou Marly, que além de Agronomia faz faculdade de Análise de Desenvolvimento de Sistemas para poder unir conhecimento em um futuro dentro da realidade de inovações e modernizações.

Clóvis Cardoso contou que foi a justamente a falta dessa tecnologia que há alguns anos levou os filhos dos agricultores familiares para as grandes cidades. “Essa migração foi causada muitas vezes pela criação de empregos nas cidades e pelo atraso tecnológico no campo. As facilidades das cidades atraíam os jovens. No campo tudo era mais difícil, mas isso tem mudado com as ações do Governo de Mato Grosso”, disse.

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Durante a entrevista, os convidados ainda falaram sobre a importância da mulher no campo, sobre os cursos de capacitação que existem no estado e sobre os investimentos feitos para o desenvolvimento da agricultura familiar em MT. “Nos últimos três anos o Governo de Mato Grosso aportou meio bilhão de reais em maquinários para o estado. O governador Mauro Mendes teve uma visão fantástica e tem colocado no campo a tecnologia necessária para desenvolver a agricultura familiar e dar ainda mais visibilidade para o estado”, finalizou.

Confira a entrevista completa nos canais do Youtube e Spotify.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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