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Kits portáteis e tablets modernizam fiscalização do Indea em campo

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Os servidores do Indea vão deixar os papeis com carbono para trás e passar a fazer fiscalização em campo com um kit portátil, composto por impressora e notebook touch screen, que começaram a chegar à autarquia nesta semana.

Ao todo, são 142 kits, adquiridos com recursos do Fundo Mato-grossense de Apoio à Cultura da Semente (Fase). O Indea, por meio da Coordenadoria de Defesa de Sanidade Vegetal, apresentou o projeto para modernização da fiscalização e recebeu o aporte financeiro de R$ 1,4 milhão.

A engenheira agrônoma Ana Paula Vincenzi explica que a medida trará mais agilidade ao serviço, evitando o retrabalho de ir a campo, preencher os termos de fiscalização ou autos de infração e, ao chegar à unidade do Indea, ter que passar a limpo e lançar em sistema.

“É mais uma etapa do Indea sem papel. O servidor lança direto no Sigadoc, o fiscalizado assina o documento e já imprime a via dele no local”, comentou.

O projeto de modernização também engloba a compra de cerca de 250 tablets para todas as unidades do Indea em Mato Grosso, com aplicação de sistemas mobile com preenchimento de documentos. Os recursos serão provenientes do Fundo de Emergência de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), no valor aproximado de R$ 400 mil.

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Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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