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Lacen de MT integra reunião da Rede Nacional de Laboratórios Centrais de Saúde Pública

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A equipe técnica do Laboratório Central do Estado de Mato Grosso (Lacen-MT) participou da Reunião de Diretores da Rede Nacional de Laboratórios Centrais de Saúde Pública, que foi realizada nesta segunda e terça-feira (20 e 21.11) e reuniu representantes de 22 estados brasileiros em Fortaleza (CE).

O evento teve como propósito a discussão de práticas, a troca de conhecimentos e a promoção da colaboração mútua em prol da saúde pública.

De acordo com a diretora do Lacen-MT, dra. Elaine Cristina de Oliveira, a participação no evento é uma demonstração do compromisso de Mato Grosso com o fortalecimento das ações de vigilância laboratorial realizada pela Rede Nacional de Laboratórios de Saúde Pública. Para a diretora, os debates coletivos promoverão melhorias contínuas no desempenho dos Lacens.

“Essa parceria entre os Laboratórios permite que haja troca de informações, de recursos tecnológicos e experiências que fortalecem a capacidade de resposta do sistema de saúde pública do país. Os Lacens desempenham um papel estratégico através da Vigilância Laboratorial tanto na rotina como nas situações emergenciais em saúde pública”, avaliou.

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A diretora-geral do Lacen do Ceará, Liana Perdigão Mello, agradeceu a presença dos gestores envolvidos na reunião. “Eu gostaria muito de agradecer a presença de todos. Eu sei que alguns tiveram um esforço enorme para estar aqui hoje. Para a rede de Laboratórios é muito importante que os nossos secretários participem das nossas discussões. Com certeza, o documento que for sair daqui, nós vamos repassar para eles”, concluiu.

*Com informações da Assessoria de Comunicação da SESA-CE

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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