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Lei Seca registra 11 autuações criminais durante ação na Avenida Carmindo de Campos, em Cuiabá

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A 88ª edição da operação Lei Seca, realizada na madrugada desta sexta-feira (5.11), em Cuiabá, fez 11 autuações criminais, 8 exclusivamente por embriaguez, duas associando o consumo da bebida com a falta de permissão para dirigir (sem a CNH) e uma por não ter a CNH e desobedecer os procedimentos da fiscalização de trânsito.

A abordagem dos condutores aconteceu na Avenida Carmindo de Campos, bairro Grande Terceiro. De acordo com o relatório, 159 veículos foram fiscalizados e 161 testes de alcoolemia realizados.

A ação chegou ao final com 79 multas aplicadas, das quais 16 estão relacionadas ao consumo de álcool e 26 a falta de registro ou licenciamento do veículo, documento obrigatório para circulação em vias públicas. A operação resultou ainda, na remoção de 41 veículos, sendo 29 carros e 12 motocicletas.

A Operação Lei Seca é uma ação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Sistema Socioeducativo, da Policial Penal, do Corpo de Bombeiros, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Guarda Municipal de Várzea Grande.

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Implicações

Nos casos de prisões por embriaguez, a lei exige pagamento de multa de R$ 2,9 mil e de fiança com valor imposto por autoridade policial responsável pela elaboração do auto de flagrante delito para que o condutor possa responder em liberdade, além da suspensão da CNH, com a proibição de dirigir, entre outras implicações legais.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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