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Lei Seca termina com três presos por embriaguez e 36 veículos removidos em Várzea Grande

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Três motoristas foram presos por embriaguez ao volante e 36 veículos foram removidos durante a 27ª edição da Operação Lei Seca, realizada na madrugada desta quarta-feira (17.7), na Avenida da FEB, em Várzea Grande.

A ação terminou com 78 Autos de Infração de Trânsito (AIT) confeccionados, sendo 29 por não apresentar registro ou licença veicular, 13 por falta de habilitação, 10 por conduzir sob efeito de álcool, cinco por se recusarem a fazer o teste de alcoolemia, além de outras infrações.

Nesta edição, 149 veículos foram fiscalizados e 150 condutores fizeram o teste de alcoolemia. Ao todo, 53 foram autuados, sendo que 36 veículos foram removidos: 27 carros e nove motocicletas.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Em Várzea Grande, atuaram na ação as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran) da Polícia Militar, da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Guarda Municipal, do Corpo de Bombeiros (CBM), da Polícia Penal e do Sistema Socioeducativo.

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¿*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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