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Leilão da Sefaz entra na reta final com 82% dos lotes já com lances

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O leilão eletrônico de mercadorias apreendidas e abandonadas, realizado pela Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), entra na reta final com grande procura. Até as 11h desta terça-feira (24.3), 82% dos lotes disponíveis já haviam recebido lances.

Ao todo, são 231 lotes, sendo que 191 já possuem propostas registradas. Desde a abertura do leilão, já foram contabilizados 1.760 lances realizados por participantes habilitados.

O leilão é realizado de forma totalmente eletrônica, com lances pela internet, e segue aberto até as 9h de sexta-feira (27). Entre os itens disponíveis estão smartphones, equipamentos eletrônicos, impressoras, acessórios automotivos, peças e outros produtos apreendidos em ações de fiscalização, organizados em diferentes lotes.

A visitação presencial das mercadorias segue aberta até quinta-feira (26), das 9h às 16h, na Coordenadoria de Mercadorias Apreendidas (CMAP), localizada na Avenida Pedro Paulo de Faria Júnior, s/nº, paralela à BR-364, esquina com a Rua X, no Distrito Industrial, em Cuiabá.

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Durante o período de visitação, os interessados também podem realizar o cadastro no site do leiloeiro e registrar lances, já que o leilão ocorre integralmente pela internet.

Para participar, é necessário fazer cadastro prévio no site do leiloeiro oficial, com antecedência mínima de 48 horas antes do encerramento do leilão. O cadastro é obrigatório tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

Após o encerramento do leilão, os vencedores terão até o dia 6 de abril para efetuar o pagamento do Documento de Arrecadação (DAR-1/AUT) referente à arrematação.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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