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Livro sobre história natural de Mato Grosso será lançado nesta quinta-feira

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O livro ‘História Natural de Mato Grosso’, que traz uma parte do conhecimento sobre o período pré-histórico do Estado, será lançado nesta quinta-feira (15.12), às 19h, no Museu de História Natural de Mato Grosso, um dos espaços culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

História Natural abrange um conjunto de disciplinas científicas que estudam a natureza e a relação do homem com o planeta, incluindo a biologia, geologia, paleontologia e arqueologia. O livro é resultado de um trabalho de vários pesquisadores, que buscam esclarecer a história da formação de mares e desertos em Mato Grosso, a chegada dos homens pré-históricos, os animais que habitaram a região e outras questões sobre o período pré-histórico.

Dividido em nove capítulos, o livro também traz informações sobre os acervos do Museu de História Natural de Mato Grosso e do Museu de Rochas Minerais e Fósseis da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

“Por meio dessa obra, nós pretendemos integrar os saberes que estavam espalhados em Mato Grosso e traduzir para uma linguagem menos técnica. Com isso, a gente consegue ampliar os públicos potenciais de defesa e preservação da história natural no estado”, avalia Suzana Hirooka, que é autora e uma das organizadoras do livro.

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As instituições envolvidas na produção do livro são a Universidade Federal de Mato Grosso, Museu de História Natural de Mato Grosso, Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais, Associação de Geólogos de Cuiabá, Associação Profissional dos Geólogos do Estado de Mato Grosso e Federação Brasileira de Geólogos. O livro conta com patrocínio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.

(Com informações da assessoria do Museu)

Fonte: GOV MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

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No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

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As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

Fonte: Governo MT – MT

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