MATO GROSSO

Livro sobre história natural de Mato Grosso será lançado nesta quinta-feira

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O livro ‘História Natural de Mato Grosso’, que traz uma parte do conhecimento sobre o período pré-histórico do Estado, será lançado nesta quinta-feira (15.12), às 19h, no Museu de História Natural de Mato Grosso, um dos espaços culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

História Natural abrange um conjunto de disciplinas científicas que estudam a natureza e a relação do homem com o planeta, incluindo a biologia, geologia, paleontologia e arqueologia. O livro é resultado de um trabalho de vários pesquisadores, que buscam esclarecer a história da formação de mares e desertos em Mato Grosso, a chegada dos homens pré-históricos, os animais que habitaram a região e outras questões sobre o período pré-histórico.

Dividido em nove capítulos, o livro também traz informações sobre os acervos do Museu de História Natural de Mato Grosso e do Museu de Rochas Minerais e Fósseis da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

“Por meio dessa obra, nós pretendemos integrar os saberes que estavam espalhados em Mato Grosso e traduzir para uma linguagem menos técnica. Com isso, a gente consegue ampliar os públicos potenciais de defesa e preservação da história natural no estado”, avalia Suzana Hirooka, que é autora e uma das organizadoras do livro.

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As instituições envolvidas na produção do livro são a Universidade Federal de Mato Grosso, Museu de História Natural de Mato Grosso, Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais, Associação de Geólogos de Cuiabá, Associação Profissional dos Geólogos do Estado de Mato Grosso e Federação Brasileira de Geólogos. O livro conta com patrocínio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.

(Com informações da assessoria do Museu)

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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