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Locais de teste de aptidão física do seletivo de bombeiros temporários são alterados

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) informa que foram alterados alguns locais e horários de aplicação do Teste de Aptidão Física (TAF) do processo seletivo para formação de cadastro de reserva para soldado bombeiro militar temporário.

As mudanças estão detalhadas no edital retificador, publicado nesta quinta-feira (30.1), e abrangem a aplicação do TAF nos municípios de Cuiabá, Rondonópolis e Pontes e Lacerda.

O período de aplicação do TAF começa nesta sexta-feira (31.1) e vai até o dia 5 de fevereiro. Os testes ocorrerão em 11 municípios de Mato Grosso. Por isso, os candidatos que irão realizar o TAF nas cidades de Cuiabá, Rondonópolis e Pontes e Lacerda devem ficar atentos às alterações nestes locais.

Em Cuiabá, as provas que seriam realizadas no Sesc Porto serão aplicadas no clube da Assoade. Em Pontes e Lacerda, o início do TAF acontece a partir de 3 de fevereiro, ao invés de 31 de janeiro. Já em Rondonópolis, houve alteração nos horários das provas de vários candidatos. Para conferir todas as mudanças, os candidatos devem acessar aqui.

Ao todo, 2.105 candidatos aprovados na prova objetiva devem participar desta fase do seletivo, que tem como objetivo a formação de cadastro de reserva para os cargos de soldado BM de segunda classe (auxiliar de bombeiro) e soldado BM de saúde de segunda classe (técnico de enfermagem).

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O TAF para ambos os cargos inclui corrida de 12 minutos, teste de força dos membros superiores (barra), natação e abdominal tipo remador. Esta fase é eliminatória e os índices exigidos variam conforme o sexo do candidato e o cargo pretendido.

Para os candidatos ao cargo de auxiliar de bombeiro, a pontuação varia de 0 a 5 pontos por teste, sendo necessário atingir um mínimo de 6 pontos no total, sem zerar em nenhum dos exercícios. Já para os candidatos ao cargo de técnico de enfermagem, o resultado será classificado apenas como “apto” ou “inapto”, sem atribuição de pontuação específica.

Fases do seletivo

Além dessas etapas, os candidatos aprovados passarão pelas fases de Avaliação de Títulos, Avaliação Psicológica, Investigação Social, Exames Médico-Odontológicos e o Curso Básico de Soldado Temporário (CBSdT).

O chamamento dos candidatos aprovados para realizarem o CBSdT está previsto para 11 de abril de 2025. Já o início do curso está agendado para 14 de abril e terá duração aproximada de 60 dias.

Após serem incorporados à tropa, os bombeiros temporários receberão uma remuneração inicial de R$ 3.436,25, podendo atingir até R$ 4.708,61, além de um auxílio-alimentação de R$ 486,14. A jornada de trabalho seguirá a escala dos militares estaduais, podendo ser em regime de turno para serviço operacional ou expediente diário em serviço administrativo. Os contratos temporários terão duração de até oito anos.

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Vagas disponíveis

No total, as vagas do seletivo estão disponíveis para os 32 municípios onde já existem Unidades de Bombeiro Militar ou onde estão previstas as implantações dessas unidades. São eles: Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Guarantã do Norte, Jaciara, Juara, Juína, Poconé, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Querência, Rondonópolis, Santo Antônio de Leverger, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Tapurah e Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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