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Máquinas são apreendidas durante flagrantes de extração irregular de areia e desmatamento ilegal

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Equipes de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), com o apoio da Polícia Civil, apreenderam quatro máquinas e uma draga durante dois flagrantes de extração ilegal de areia e desmatamento ilegal, nos municípios de Novo Santo Antônio e São Félix do Araguaia, em uma operação realizada entre os dias 19 e 24 de fevereiro.

Em Novo Santo Antônio, foram apreendidas uma draga e uma máquina escavadeira que estava sendo utilizada em extração irregular de areia. O flagrante foi feito por fiscais da Diretoria de Unidade Desconcentrada de Confresa após denúncia de crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema e ao Ministério Público.

A extração era realizada sem autorização e licença, o que resultou no embargo da área, apreensão do maquinário e multa de R$ 5,1 mil.

No outro flagrante, em São Félix do Araguaia, a equipe de fiscalização em campo recebeu um alerta da Gerência de Planejamento e Combate ao Desmatamento Ilegal da Sema, de desmatamento em tempo real no município.

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Foram apreendidos três máquinas utilizadas no crime ambiental, sendo dois tratores de esteira e uma pá mecânica. Foi embargada uma área de 88 hectares e aplicada multa de R$ 88,5 mil.

O diretor da Unidade do Órgão Ambiental em Confresa, Edivaldo Soares Silva, destacou que a regional promove ações sempre objetivando a conservação do meio ambiente. “Sempre estamos trabalhando em conjunto com as forças policiais, atendendo aos alertas da fiscalização e indo a campo verificar as denúncias feitas por cidadãos ou órgãos de controle e de segurança por meio de nossa Ouvidoria”.

Canal de Denúncia

A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias pela Ouvidoria, no telefone 0800-0653838, pelo e-mail [email protected], pelo WhatsApp (65) 98153-0255 e em suas Unidades Regionais (acesse a lista aqui).

Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar 190.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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