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Matador de aluguel foragido do Acre é preso pela Polícia Civil em Várzea Grande

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Um homem, apontado como “matador de aluguel” e que estava foragido da Justiça, teve o mandado de prisão cumprido, na noite de segunda-feira (25.5), em ação integrada entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Acre.

Foragido da Justiça do Acre por envolvimento em homicídio, o homem é apontado pela polícia como um matador de aluguel de alta periculosidade. Ele foi preso por policiais da Gerência Estadual de Polinter (Gepol), durante abordagem na Estrada da Guia, após trabalho de inteligência que levou à sua localização.

Crime

A ordem judicial de prisão está relacionada a um grave crime ocorrido no ano de 2011 no Acre. Na época dos fatos, o suspeito e seu tio atuavam como pistoleiros. A dupla foi contratada por um fazendeiro sob promessa de recompensa financeira para executar o próprio caseiro da propriedade, suspeito de furtar gado. Após a execução da vítima, os dois criminosos fugiram do estado.

Prisão

Após o cruzamento estratégico de dados entre as equipes da Polícia Civil do Acre e de Mato Grosso, foi possível chegar ao paradeiro e prisão do procurado. Sem a confirmação do seu endereço exato as equipes iniciaram um monitoramento de um veículo ligado ao suspeito, conseguindo realizar a a abordagem no momento em que entrou na rodovia.

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Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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