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Mato Grosso bate meta do CNJ e evita retorno de adolescentes ao socioeducativo

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A reinternação de adolescentes em Mato Grosso ficou abaixo da média estipulada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que prevê até 23,9% de reentradas no Sistema Socioeducativo. Esta é uma notícia positiva para o estado, já que, entre janeiro e setembro, a média de reinternações ficou em 13,2%.

A secretária-adjunta, Lenice Barbosa, atribui o resultado às diversas atividades educacionais, qualificações e encontros de reflexão sobre temas centrais, que preparam os internos para serem reinseridos na sociedade, após deixar o centro de atendimento socioeducativo.  

“A ampliação de oportunidades de profissionalização e oferta de oficinas esportivas e culturais são avanços trazidos na atual gestão, que refletem na diminuição das reinternações. O processo é longo, tanto que estamos começando a colher os resultados de uma política que vem sendo reformulada desde 2019”, destacou Lenice Barbosa.

O superintendente de Atendimento Socioeducativo (Suase), Iberê Ferreira, explica que as atividades estão previstas no Sistema Nacional de Socioeducação (Sinase) e favorecem o processo de reinserção do adolescente na comunidade onde ele residia antes da internação no Sistema Socioeducativo.

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Iberê Ferreira destaca que, em muitas dessas atividades, os menores somente têm acesso durante o cumprimento da medida restritiva. “É uma oportunidade que o adolescente tem para resgatar o vínculo com sua família e com a sociedade e, assim, criar um novo projeto de vida”, explicou.

A escolarização, atendimento médico, esporte, cultura e lazer e, principalmente profissionalização são exemplos de atividades oferecidas aos adolescentes que estão cumprindo medidas, tanto dentro quanto fora do ambiente de privação da liberdade. 

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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