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Mato Grosso estreia na Goiás Feito à Mão e supera expectativas de vendas

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Mato Grosso participou pela primeira vez da Goiás Feito à Mão – Feira de Artesanato e Economia Criativa, realizada nos dias 9 e 10 de agosto no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, e já saiu com um saldo positivo. Representado por um artesão indígena do núcleo de produção Álamo, da etnia Waurá, do município de Paranatinga, foram comercializadas 36 peças gerando um faturamento total de R$ 11,435 mil, conforme o balanço concluído nesta terça-feira (12.8).

A coordenadora de Artesanato da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Lourdes Sampaio, explicou que a participação do Estado foi apenas com um artesão, pois o espaço do estande era reduzido e a organização pediu que fossem levadas peças exclusivamente artesanato indígena.

“Ele foi para lá na expectativa de vender pouco, porque eram apenas dois dias de evento, mas ficou surpreso com o volume de vendas. Foram pouco mais de 45 peças que ele levou e vendeu 36. Ele aproveitou e esticou o tempo na cidade pela oportunidade de comprar insumos, como miçangas, que em Goiânia têm preços mais acessíveis”, contou.

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Promovida pelo Goiás Social e pela Secretaria da Retomada, a 9ª edição da Goiás Feito à Mão reuniu mais de 100 artesãos goianos e convidados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal. O evento já se consolidou como uma das principais vitrines do artesanato da região Centro-Oeste e, segundo os organizadores, deve ganhar um dia a mais na próxima edição para receber novos estados.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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