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Mato Grosso gerou mais de 30,2 mil novos empregos no primeiro quadrimestre de 2025, aponta Caged

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Mato Grosso apresentou saldo positivo na geração de empregos entre janeiro e abril de 2025. Foram 30.225 novos postos de trabalho gerados no primeiro quadrimestre do ano, representando um aumento de 4,60% em relação ao mesmo período em 2024. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na região Centro-oeste, Mato Grosso é o segundo Estado que obteve maior saldo positivo na geração de empregos, perdendo apenas para Goiás. No país, ocupa a 9° colocação e representa 11,74% do saldo de empregos gerados no país entre janeiro e abril de 2025.

De acordo com o levantamento, o setor de serviços foi o maior responsável pela geração de empregos, representando 45,27% do total (13.680 em número absolutos). Em segundo lugar está o setor de construção com 22,23% (6.720), seguido de agropecuária responsável por 12,44% (3.758), indústria com 10,84% (3.275) e comércio com 9,24% (2.792).

No mesmo período no ano anterior, o número de novos postos de trabalho foi de 28.897. O destaque fica para o setor de agropecuária, que apresentou uma mudança significativa no saldo de empregos gerados. Em 2024, a categoria registrou um saldo negativo de -377 postos de trabalho, enquanto em 2025 passou a um saldo positivo de 3.758 empregos.

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Essa variação representa uma virada de 4.135 postos de trabalho. Em termos relativos, o saldo de empregos aumentou quase 10 vezes em relação à perda registrada no mesmo período do ano anterior.

Os municípios do Estado que mais geraram empregos são: Cuiabá representando 14,78% do total (4.468 em número absolutos), Rondonópolis com 8,01% (2.422), Barra do Garças com 7,49% (2.264), Sinop com 7,28% (2.201) e Primavera do Leste com 4,95% (1.495).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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