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Mato Grosso mantém equilíbrio das contas e investe R$ 6,1 bilhões em 2025

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O Governo do Estado fechou 2025 com receita total de R$ 42,69 bilhões e despesas de R$ 42,60 bilhões, mantendo o equilíbrio das contas públicas e alto nível de investimento. Os dados constam no relatório de avaliação das contas públicas do 3º quadrimestre de 2025, apresentado nesta quinta-feira (26.3) pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Do total arrecadado, o Estado destinou R$ 6,1 bilhões para investimentos, o que corresponde a 16,4% da Receita Corrente Líquida (RCL), percentual acima do mínimo adotado pelo Estado, que é de 15%.

A apresentação foi realizada em audiência pública da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO), conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.

A secretária adjunta da Contadoria Geral do Estado, Anésia Cristina, explicou que parte das despesas executadas em 2025 foi financiada com recursos de anos anteriores, o que impacta o volume total executado no ano.

“No final do exercício fechamos com cerca de 42,6 bilhões em despesas, mas é importante destacar que dentro desse valor há despesas lastreadas com recursos do exercício anterior. Aproximadamente 3,7 bilhões não são da LOA de 2025, são créditos adicionais abertos com superávit financeiro de anos anteriores.”, explicou.

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Segundo ela, o Estado também manteve o compromisso de investir acima de 15% da Receita Corrente Líquida.

“Em relação aos investimentos, o Estado tem o compromisso de aplicar sempre acima de 15% da Receita Corrente Líquida e, novamente, cumprimos essa meta. Chegamos a 16,4% da RCL e continuamos investindo forte”, afirmou.
Já de acordo com o secretário adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, o orçamento previsto para 2025 era menor, mas a arrecadação superou a estimativa inicial.

“O orçamento anual enviado para a Assembleia estava previsto em torno de 38 bilhões de reais, mas esse valor foi superado e chegamos a cerca de 42 bilhões ao final do ano. Conseguimos superar as estimativas de receita e fechamos o exercício com arrecadação praticamente no mesmo valor das despesas empenhadas, com uma pequena variação positiva, garantindo o equilíbrio orçamentário e fiscal do Estado”, disse.

Ele ainda destacou que o resultado demonstra não apenas o equilíbrio em um ano específico, mas a sustentabilidade fiscal ao longo do tempo.

“Esse é um grande resultado porque não se trata apenas do equilíbrio em um único ano, mas da sustentabilidade desse equilíbrio ao longo do tempo. É isso que torna o Estado saudável do ponto de vista fiscal e capaz de financiar as políticas públicas que vêm sendo executadas”, afirmou.

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O relatório também aponta que, mesmo em um cenário de juros elevados e instabilidade no mercado internacional, Mato Grosso manteve crescimento da arrecadação e desempenho positivo no comércio exterior ao longo de 2025.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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