MATO GROSSO

“Mato Grosso tem feito um trabalho brilhante”, diz subsecretário do Tesouro Nacional

Publicado em

Mato Grosso se consolidou nos últimos anos como referência em gestão fiscal e contábil, mantendo a nota A na Capacidade de Pagamento (Capag) e no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, ambos concedidos pelo Tesouro Nacional. O reconhecimento foi destacado pelo subsecretário de Contabilidade Pública da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Heriberto Henrique Vilela do Nascimento, durante a abertura da XXXII Semana Contábil e Fiscal para Estados e Municípios (Secofem), que está sendo realizada nesta semana em Cuiabá.

Em sua fala, o subsecretário ressaltou a evolução de Mato Grosso na contabilidade pública e na capacidade de pagamento. “Mato Grosso tem feito um trabalho brilhante. A gente tem percebido na Secretaria do Tesouro Nacional a evolução da capacidade de pagamento e a evolução da contabilidade pública no contexto do Estado”, afirmou.

Para o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, o resultado é fruto da responsabilidade fiscal adotada pelo Governo do Estado. “Esse reconhecimento mostra que Mato Grosso está no caminho certo. Ele é resultado de uma gestão comprometida com a transparência, a responsabilidade e o equilíbrio das contas públicas. Mais do que indicadores, a nota A significa mais investimentos para o cidadão e desenvolvimento do nosso Estado”.

Leia Também:  Sefaz publica edital de leilão de mercadorias apreendidas

Mato Grosso mantém, por quatro anos consecutivos, a maior nota na avaliação da STN em relação à Capacidade de Pagamento (Capag). O resultado é um reconhecimento às boas práticas de transparência e à manutenção de contas públicas equilibradas do Estado, garantindo recursos para cumprir obrigações financeiras e realizar investimentos.

Além da Capag, o Governo do Estado também recebeu nota A no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, elaborado pela STN com base nos dados enviados ao Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). A primeira avaliação com nota máxima foi em 2024, em relação aos dados de 2023.

A avaliação do Ranking Siconfi é realizada anualmente, tendo como base informações encaminhadas na Declaração de Contas Anuais (DCA), Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), Relatório de Gestão Fiscal (RGF) e a Matriz de Saldos Contábeis (MSC). A qualidade das informações fiscais contribui para a melhoria da governança pública, para o uso mais eficiente dos recursos públicos e para o fortalecimento da transparência no setor público.

Leia Também:  Procon-MT capacita estudantes e lojistas de Colíder sobre direitos do consumidor

Segundo Heriberto Nascimento, o ranking criado pela STN em 2018 reconhece os entes federativos que se destacam na qualidade da informação contábil e fiscal, estimulando a melhoria das práticas de gestão. “A gente tem desenvolvido o ranking há alguns anos. O evento cresceu, é de grande repercussão e destaque em nível nacional, onde temos a oportunidade de reconhecer os profissionais e entes federativos que são destaque na contabilidade pública no Ranking de Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, no Siconfi, como Mato Grosso”, reforçou.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Sefaz disponibiliza ementário com orientações sobre ICMS e ITCD

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA