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Matrículas para novos alunos da Escola Estadual Governador José Fragelli começam nesta segunda-feira (5)

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) abriu, nesta segunda-feira (5.1), o período de matrículas para os estudantes aprovados no processo seletivo da Escola Estadual de Tempo Integral Governador José Fragelli para o ano letivo de 2026. As matrículas devem ser realizadas até o dia 14 de janeiro. As aulas iniciam no dia 02 de fevereiro.

A escola, vocacionada ao esporte, ofertou vagas para o 3º ciclo do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. No total, foram 120 vagas para o 7º ano, sendo 60 para o público masculino e 60 para o público feminino. Também foram disponibilizadas vagas de cadastro reserva para as séries seguintes.

Os candidatos aprovados no processo seletivo devem comparecer à escola para a realização da matrícula na presença do responsável legal e com os documentos solicitados no edital.

O seletivo foi realizado em duas etapas: prova objetiva (classificatória e eliminatória), e avaliação das Medidas Antropométricas e Testes de Aptidão Física, também classificatória e eliminatória.

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Os candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 50% na prova objetiva e que participaram integralmente da avaliação física, obtendo rendimento satisfatório nos testes, foram aprovados.

Os estudantes que compõem o cadastro reservam ainda podem ser convocados, de acordo com a necessidade e conveniência da unidade escolar durante ano letivo de 2026.

Confira o resultado das avaliações físicas e objetivas em anexo

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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